quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Reforma Ortográfica

CLASSES DE PALAVRAS BLUES - PROFIRMEZA (ANDRÉ LUIZ RAPHAEL)

USO DO PORQUE (PARÓDIA) - PROFIRMEZA - ANDRÉ LUIZ RAPHAEL.mpg

USO DA CRASE (PARÓDIA) - PROFIRMEZA - ANDRÉ LUIZ RAPHAEL.mpg

GUIA PRÁTICO DA NOVA ORTOGRAFIA

(MICHAELIS, EDITORA MELHORAMENTOS)
Por Douglas Tufano

Esse Acordo é meramente ortográfico; portanto, restringe-se à língua escrita, não afetando nenhum aspecto da língua falada. Ele não elimina todas as diferenças ortográficas observadas nos países que têm a língua portuguesa como idioma oficial, mas é um passo em direção à pretendida unificação ortográfica desses países.”
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MUDANÇAS NO ALFABETO

O alfabeto passa a ter 26 letras. Foram reintroduzidas as letras k, w e y. Letras, que na verdade, não tinham desaparecido dos dicionários da nossa língua, são usadas em várias situações. Por exemplo:
  1. na escrita de símbolos e unidades de medida: Km (quilômetro), Kg (quilograma), W (watt);
  2. na escrita de palavras e nomes estrangeiros (e seus derivados): show, playboy, playground, windsurf, kung fu, yin, yang, William, kaiser, Kafka, kafkaniano.

    TREMA

    Não se usa mais o trema ( ¨), sinal colocado sobre a letra u para indicar que ela deve ser pronunciada nos grupos gue, gui, que, qui.



    COMO ERA
    COMO FICA
    Agüentar
    Aguentar
    Argüir
    Arguir
    Bilíngüe
    Bilíngue
    Cinqüenta
    Cinquenta
    Delinqüente
    Delinquente
    Eloqüente
    Eloquente
    Ensangüentado
    Ensanguentado
    Eqüestre
    Equestre
    Freqüente
    Frequente
    Lingüeta
    Lingueta
    Lingüiça
    Linguiça
    Qüinqüênio
    Quinquênio
    Sagüi
    Sagui
    Seqüência
    Sequência
    Seqüestro
    Sequestro
    Tranqüilo
    Tranquilo


    *ATENÇÃO: o trema permanece apenas nas palavras estrangeiras e em suas derivadas. Exemplos: Müller, mülleriano.
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    MUDANÇAS NAS REGRAS DE ACENTUAÇÃO

    1. Não se usa mais o acento dos ditongos abertos éi e ói das palavras paroxítonas (palavras que têm acento na penúltima sílaba).

      COMO ERA
      COMO FICA
      Alcalóide
      Alcaloide
      Alcatéia
      Alcateia
      Andróide
      Androide
      Apóia (verbo apoiar)
      Apoia (verbo apoiar)
      Apóio (verbo apoiar)
      Apoio (verbo apoiar)
      Asteróide
      Asteroide
      Bóia
      Boia
      Celulóide
      Celuloide
      Clarabóia
      Claraboia
      Colméia
      Colmeia
      Coréia
      Coreia
      Debilóide
      Debiloide
      Epopéia
      Epopeia
      Estóico
      Estoico
      Estréia
      Estreia
      Estréio (verbo estrear)
      Estréio (verbo estrear)
      Geléia
      Geleia
      Heróico
      Heroico
      Idéia
      Ideia
      Jibóia
      Jiboia
      Jóia
      Joia
      Odisséia
      Odisseia
      Paranóia
      Paranoia
      Paranóico
      Paranoico
      Platéia
      Plateia
      Tramóia
      Tramoia


      *ATENÇÃO: essa regra é válida somente para palavras paroxítonas. Assim, continuam a ser acentuadas as palavras oxítonas terminadas em éis, éu, éus, ói, óis. Exemplos: papéis, herói, heróis, troféu, troféus.

      1. Nas palavras paroxítonas, não se usa mais o acento no i e u tônicos quando vierem depois de um ditongo.

      COMO ERA
      COMO FICA
      Baiúca
      Baiuca
      Bocaiúva
      Bocaiuva
      Cauíla
      Cauila
      Feiúra
      Feiura
      *ATENÇÃO: se a palavra for oxítona e o i ou o u estiverem em posição final (ou seguidos de s), o acento permanece. Exemplos: tuiuiú, tuiuiús, Piauí.
      1) 
      1. Não se usa mais o acento das palavras terminadas em êem e ôo(s).
      COMO ERA
      COMO FICA
      Abençôo
      Abençoo
      Crêem (verbo crer)
      Creem (verbo crer)
      Dêem (verbo dar)
      Deem (verbo dar)
      Dôo (verbo doar)
      Doo (verbo doar)
      Enjôo
      Enjoo
      Lêem (verbo ler)
      Leem (verbo ler)
      Magôo (verbo magoar)
      Magoo (verbo magoar)
      Perdôo (verbo perdoar)
      Perdoo (verbo perdoar)
      Vêem (verbo ver)
      Veem (verbo ver)
      Vôos
      Voos
      Zôo
      Zoo

      1. Não se usa mais o acento que diferenciava os pares pára/para, péla/pela (s), pêlo/pelo (s), pólo/polo (s) e pêra/pera.

        COMO ERA
        COMO FICA
        Ele pára o carro.
        Ele para o carro.
        Ele foi ao pólo Norte.
        Ele foi ao polo Norte.
        Ele gosta de jogar pólo.
        Ele gosta de jogar polo.
        Esse gato tem pêlos brancos.
        Esse gato tem pelos brancos.
        Comi uma pêra.
        Comi uma pera.


      *ATENÇÃO:
      • Permanece o acento diferencial em pôde/pode. Pôde é a forma do passado do verbo poder (pretérito perfeito do modo indicativo), na 3.ª pessoa do singular. Pode é a forma do presente do indicativo, na 3.ª pessoa do singular. Exemplo: Ontem, ele não pôde sair mais cedo, mas hoje ele pode.
      • Permanece o acento diferencial pôr/por. Pôr é verbo. Por é preposição. Exemplo: Vou pôr o livro na estante que foi feita por mim.
      • Permanecem os acentos que diferenciam o singular do plural dos verbos ter e vir, assim como seus derivados (manter, deter, reter, conter, convir, intervir, advir etc.). Exemplos: “Ele tem dois carros./Eles têm dois carros.” “Ele vem de Sorocaba./ Eles vêm de Sorocaba.” “Ele mantém a palavra./ Eles mantêm a palavra.” “Ele convém aos estudantes./ Eles convêm aos estudantes.” “Ele detém o poder./ Eles detêm o poder.” “Ele intervém em todas as aulas./ Eles intervêm em todas as aulas.”
      • É facultativo o uso do acento circunflexo para diferenciar as palavras forma/fôrma. Em alguns casos, o uso do acento deixa a frase mais clara. Veja este exemplo: Qual é a forma da fôrma do bolo?
      1. Não se usa mais o acento agudo no u tônico das formas (tu) arguis, (ele) argui, (eles) arguem, do presente do indicativo dos verbos arguir e redarguir.

      1. Há uma variação na pronúncia dos verbos terminados em guar, quar, quir, como aguar, averiguar, obliquar, apaziguar, desaguar, exaguar, delinqüir, etc. Esses verbos admitem duas pronúncias em algumas formas do presente do indicativo, do presente do subjuntivo e também do imperativo. Veja:
        1. se forem pronunciadas com a ou i tônicos, essas formas devem ser acentuadas. Exemplos:
          • verbo exaguar: enxáguo, enxáguas, enxágua, enxáguam; enxágue, enxágues, enxáguem.

          • verbo delinquir: delínquo, delínques, delínque, delínquem; delínqua, delínquas, delíquam.
        1. se forem pronunciadas com u tônico, essas formas deixam de ser acentuadas. Exemplos (a vogal sublinhada é tônica, isto é, deve ser pronunciada mais fortemente que as outras):
          • verbo exaguar: enxaguo, enxaguas, enxagua, enxaguam; enxague, enxagues, enxaguem.

          • verbo delinquir: delinquo, delinques, delinque, delinquem; delinqua, delinquas, deliquam.

      *ATENÇÃO: no Brasil, a pronúncia mais corrente é a primeira, aquela com a e i tônicos.
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      USO DO HÍFEN

      Algumas regras do uso do hífen foram alteradas pelo novo Acordo. Mas, como se trata ainda de matéria controvertida em muitos aspectos, para facilitar a compreensão dos leitores, apresentaremos um resumo das regras que orientam o uso do hífen com prefixos mais comuns, assim como novas orientações estabelecidas pelo Acordo. Sendo assim, as observações a seguir referem-se ao uso do hífen em palavras formadas por prefixos ou por elementos que podem funcionar como prefixos, como: aero, agro, além, ante, anti, aquém, arqui, auto, circum, co, contra, eletro, entre, ex, extra, geo, hidro, hiper, infra, inter, intra, macro, micro, mini, multi, neo, pan, pluri, proto, pós, pré, pró, pseudo, retro, semi, sobre, sub, super, supra, tele, ultra, vice etc.
      1. Com prefixos, usa-se sempre o hífen diante de palavra iniciada por h. Exemplos:
      Anti-higiênico
      Anti-histórico
      Co-herdeiro
      Macro-história
      Mini-hotel
      Proto-história
      Sobre-humano
      Super-homem
      Ultra-humano
      Exceção: subumano (nesse caso, a palavra humano perde o h).


      1. Não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal diferente da vogal com que se inicia o segundo elemento. Exemplos:
      Aeroespacial
      Agroindustrial
      Anteontem
      Antiaéreo
      Autoaprendizagem
      Autoescola
      Autoestrada
      Autoinstrução
      Coautor
      Coedição
      Extraescolar
      Infraestrutura
      Plurianual
      Semiaberto
      Semianalfabeto
      Semiesférico
      Semiopaco
      Exceção: o prefixo co aglutina-se em geral com o segundo elemento, mesmo quando este se inicia por o: coobrigar, coobrigação, coordenar, cooperar, cooperação, cooptar, coocupante etc.

      1. Não se usa hífen quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por consoante diferente de r ou s. Exemplos:
      Anteprojeto
      Antipedagógico
      Autopeça
      Autoproteção
      Coprodução
      Geopolítica
      Microcomputador
      Pseudoprofessor
      Semicírculo
      Semideus
      Seminovo
      Ultramoderno

      *ATENÇÃO: com o prefixo vice, usa-se sempre o hífen. Exemplos: vice-rei, vice-almirante, vice-diretor etc.

      1. Não se usa hífen quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por r ou s. Nesse caso, duplicam-se essas letras. Exemplos:
      Antirrábico
      Antirracismo
      Antirreligioso
      Antirrugas
      Antissocial
      Biorritmo
      Contrarregra
      Contrassenso
      Cosseno
      Infrassom
      Microssistema
      Minissaia
      Multissecular
      Neorrealismo
      Neossimbolista
      Semirreta
      Ultrarresistente
      Ultrassom


      1. Quando o prefixo termina por vogal, usa-se o hífen se o segundo elemento começar pela mesma vogal. Exemplos:
      Anti-ibérico
      Anti-imperialista
      Anti-inflacionário
      Anti-inflamatório
      Auto-observação
      Contra-almirante
      Contra-ataque
      Micro-ondas
      Micro-ônibus
      Semi-internato
      Semi-interno

      1. Quando o prefixo termina por consoante, usa-se hífen se o segundo elemento começar pela mesma consoante. Exemplos:
      Hiper-requintado
      Inter-racial
      Inter-regional
      Sub-bibliotecário
      Super-racista
      Super-reacionário
      Super-resistente
      Super-romântico
      *ATENÇÃO:
        • Nos demais casos não se usa o hífen. Exemplos: hipermercado, intermunicipal, superinteressante, superproteção.

        • Com o prefixo sub, usa-se o hífen também diante de palavra iniciada por r: sub-região, sub-raça etc.

        • Com os prefixos circum e pan, usa-se o hífen diante de palavra iniciada por m, n e vogal: circum-navegação, pan-americano etc.

      1. Quando o prefixo termina por consoante, não se usa o hífen se o segundo elemento começar por vogal. Exemplos:
      Hiperacidez
      Hiperativo
      Interescolar
      Interestadual
      Interestelar
      Interestudantil
      Superamigo
      Superaquecimento
      Supereconômico
      Superexigente
      Superinteressante
      Superotimismo

      1. Com os prefixos ex, sem, além, aquém, recém, pós, pré, pró, usa-se sempre o hífen. Exemplos:
      Além-mar
      Além-túmulo
      Aquém-mar
      Ex-aluno
      Ex-diretor
      Ex-hospedeiro
      Ex-prefeito
      Ex-presidente
      Pós-graduação
      Pré-história
      Pré-vestibular
      Pró-europeu
      Recém-casado
      Recém-nascido
      Sem-terra

      1. Deve-se usar o hífen com os sufixos de origem tupi-guarani: açu, guaçu e mirim. Exemplos: amoré-guaçu, anajá-mirim, capim-açu.

      1. Deve-se usar o hífen para ligar duas ou mais palavras que ocasionalmente se combinam, formando não propriamente vocábulos, mas encadeamentos vocabulares. Exemplo: ponte Rio-Niterói, eixo Rio-São Paulo.

      1. Não se deve usar o hífen em certas palavras que perderam a noção de composição. Exemplos:
      Girassol
      Madressilva
      Mandachuva
      Paraquedas
      Paraquedista
      Pontapé

      1. Para clareza gráfica, se no final da linha a partição de uma palavra ou combinação de palavras coincidir com o hífen, ele deve ser repetido na linha seguinte. Exemplos:

      Na cidade, conta-
      -se que ele foi viajar.
      O diretor recebeu os ex-
      -alunos.





Livro Trailer Memórias Póstumas de Brás Cubas

Professor comenta 'Memórias de um sargento de milícias'

Capitães da Areia - Jorge Amado

Vidas Secas - Graciliano Ramos

A Cidade e as Serras - Eça de Queirós

O Cortiço - Aluísio Azevedo

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

MANDAMENTOS DE UMA BOA REDAÇÃO

  1. ESNOBAR. Mostrar que é “bom”. Complicar. Escrever difícil.
    Não se preocupe em demonstrar cultura e conhecimento excessivos. As coisas realmente boas e valiosas são simples. Os grandes sábios são simples. As “grandes notas” vêm de redações simples. Não queira fazer experimentalismos linguísticos. Não tente neologismos léxicos ou sintáticos.
  2. PALAVRÃO. Nunca!
  3. CRITICAR A UNIVERSIDADE, AS AUTORIDADES, AS INSTITUIÇÕES é proibido. Esse negócio de “meter a lenha” não dá pontos. Faça a critica construtiva: mostre os erros e aponte soluções.
  4. SER NEGATIVA(O). Em tudo há um lado bom. Procure descobri-lo. Aponte alternativas, saídas. Sugira métodos e maneiras de solucionar as dificuldades e as chagas sociais. A maioria dos temas de vestibulares e concursos versam sobre “problemas sociais”. Eles querem saber o nosso posicionamento, o que pensamos, o que achamos, se conhecemos. A nossa participação é efetivada, exatamente, por meio de nossas prováveis soluções. É a forma de que dispomos para participar do contexto social.
  5. EVITE DEFINIÇÕES. Dado um tema como “A liberdade”, a maioria tende a sair definindo “A Liberdade é...” Isso indica pobreza de espírito. É sempre melhor criar uma história, relatar um episódio, dentro da qual e no decorrer do qual apareça o tema.
  6. O PONTO FINAL (.). Não o esqueça. Denota desleixo. Depõe contra você e … é erro!
  7. O PINGO NO i. É preciso colocar os pingos nos is! Não bolinhas, nem corações, pingos!
  8. CORTAR O t; A CEDILHA NO ç; A INICIAL MAIÚSCULA DE PERÍODO; AS MAIÚSCULAS NOS TÍTULOS; AS INICIAIS DE NOMES PRÓPRIOS, MAIÚSCULAS; ERRO ORTOGRÁFICO, ATÉ NO TÍTULO, É TERRÍVEL!
  9. ESTRANGEIRISMO. O emprego de vocábulo que não pertença ao nosso idioma só pode ser feito quando não haja, em português, palavra de sentido correspondente. Termo técnico, por exemplo. Se usada, a palavra deve vir entre aspas (“”) ou grifada. Ex. “Know-how”.
  10. ECO. É rima na prosa. Só artistas têm direito de recorrer a ela, que pode fornecer belos efeitos. Exemplo de eco (defeito): “Margarida levou toda a vida para atravessar a avenida.” ou “O Maneco entrou no boteco e bebeu uns trecos.”.
  11. GÍRIA. Via de regra não! A menos que se trate de diálogo, e entre como transcrição da linguagem de nível coloquial-popular. Fora isso, o uso da gíria será interpretado como pobreza vocabular. É negativo.
  12. NÃO ABREVIE PALAVRAS. Escreva-as todas por extenso, a menos que se trate de abreviações consagradas como por exemplo o “etc.”.
  13. EVITE REPETIR PALAVRAS. Use sinônimos. Repetir palavras revela pobreza vocabular ou desleixo.
  14. NÃO ESCREVA DEMAIS! No caso de não delimitarem o número de linhas, não vá além de vinte e cinco.
  15. NÃO “ENCHA LINGUIÇA”! À falta de ideias, não fique repetindo a mesma coisa com palavras diferentes! Isso é redundância, é terrível defeito!
  16. NÃO MANIPULE O TAMANHO DA LETRA PARA DAR IMPRESSÃO DE QUE ESCREVEU BASTANTE. Isso indispõe o avaliador, que julga conforme o tamanho padrão da letra; aumentar ou diminuir forçosamente a sua letra pode prejudicá-lo(a).
  17. NÃO SE DESCULPE DIZENDO QUE NÃO ESCREVEU MAIS PORQUE O TEMPO FOI POUCO. Não diga, também, que é a primeira redação.
  18. NÃO COMETA CACOFONIA, que é a palavra de sentido obsceno, chulo ou ridículo, formada pela junção de sílabas entre as palavras: Aqui ela disputa todos os dias... A boca dela... Fé demais...
  19. PENSAMENTO NOVO, PERÍODO NOVO. É comum, entre os que iniciam, misturar no mesmo período ideias que não se completam. Tome por norma: ideia nova, período novo. Veja, entretanto, que isso nem sempre significa parágrafo novo.
  20. CUIDADO COM PERÍODOS MUITO LONGOS: resultam confusos e são propícios a períodos incompletos.


FILMES COMPLETOS - MEMÓRIAS PÓSTUMAS DE BRÁS CUBAS




terça-feira, 31 de janeiro de 2012

PENSE BEM ANTES!!!

ATENÇÃO ALUNOS DO 3.º ANO!!!
ESCOLHER O QUE VAI FAZER PELO RESTO DA VIDA, PODE SER UMA TAREFA PENOSA PARA VOCÊS. ENTÃO, PARA QUEM AINDA ESTÁ INDECISO, PODE OPTAR POR:

DICAS
Neste link, vocês encontram algumas coisas relevantes para a escolha da carreira a seguir
http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/dicas-escolha-profissao-472174.shtml

TESTES VOCACIONAIS
Façam o teste, não custa!!! Dica: pelo menos dois deles, pelo menos, para que possam tirar suas próprias conclusões a respeito das futuras escolhas...
http://www.carlosmartins.com.br/_vocac/vocacional.htm

http://www.oportaldosestudantes.com.br/testevoc.asp

http://www.guiadacarreira.com.br/teste-vocacional/

TESTE INTERESSANTE PARA OS QUE AINDA NÃO ESCOLHERAM UMA PROFISSÃO;
http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/testes/tira-duvidas-profissao.shtml

ATIVIDADES ESCOLARES.wmv

TRABALHO COM O 1.º A - 2011

ESQUEMA DE ENTREGA DOS TRABALHOS

PARA TRABALHOS ESCRITOS, FIQUEM ATENTOS ÀS NORMAS

http://aulasdelinguaportuguesaeliteratura.blogspot.com/2009/10/normas-da-abnt.html
http://palaciodaspalavras.blogspot.com/p/normas-tecnicas-abnt.html
http://monografias.brasilescola.com/educacao/leitura-espontanea-prazerosa-uma-conquista.htm

RESUMO

OS TRABALHOS DEVERÃO CONTER:

I – CAPA;

II – FOLHA DE ROSTO;

III – INTRODUÇÃO;

IV – CONTEÚDO DO TRABALHO;

V – CONCLUSÃO;

VI – BIBLIOGRAFIA;

VII– ANEXOS


OBSERVAÇÕES SOBRE O FORMATO DO TRABALHO:

  • Itens I e II – SEGUEM EXEMPLOS APÓS AS EXPLICAÇÕES GERAIS

  • A INTRODUÇÃO E A CONCLUSÃO DEVEM SER DOIS TEXTOS COM, NO MÍNIMO, TRÊS PARÁGRAFOS E QUINZE LINHAS. É VEDADO O USO DE VERBOS EM 1.ª PESSOA.

  • A BIBLIOGRAFIA DEVE SER FEITA DA SEGUINTE FORMA: NOME DO AUTOR (PRIMEIRO O SOBRENOME EM LETRAS MAIÚSCULAS E NEGRITO, DEPOIS O NOME), TÍTULO DA OBRA (EM ITÁLICO), LOCAL, EDITORA E ANO DE PUBLICAÇÃO. EXEMPLOS:


LIVROS: MACHADO, Ana Maria. Do outro lado tem segredos. 2.ªed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1979.

REVISTAS: NAVES, P. Lagos andinos dão banho de beleza. Folha de S. Paulo, São Paulo, 28 jun. 1999. Folha Turismo, Caderno 8, p.13.

SITIOS (SITES): ALVES, Castro. Navio negreiro. [S.I.]: Virtual Books, 2000. Disponível em <http://www.terra.com.br/virtualbooks/freebook/port/Lport2/navionegreiro.htm.> Acesso em: 10 jan. 2002.
Observação: [S.I.] significa Sitio da Internet.


O CONTEÚDO DO TRABALHO É AQUILO QUE O PROFESSOR PEDIU, OU SEJA, O ASSUNTO.


IMAGENS PODEM SER COLOCADAS NO TRABALHO, PORÉM SÃO OPCIONAIS. SE OPTAR POR COLOCÁ-LAS, ELAS DEVEM APARECER APÓS A BIBLIOGRAFIA, OU SEJA, NO FINAL. DEVEM SER NOMEADAS COMO ANEXO A, B, C... E ASSIM SUCESSIVAMENTE. ALÉM DISSO, CONTER LEGENDA E A QUE PARTE ELA FAZ REFERÊNCIA. EXEMPLO:

TREM BALA – JAPÃO, POR ANDRÉ D’ ÁVILA. (LEGENDA DA IMAGEM)
REFERÊNCIA: Capítulo 3 do trabalho, quando são citados os meios de transportes (texto curto produzido pelo aluno)
MANUSCRITO OU DIGITADO (CRITÉRIO DO PROFESSOR)

SE DIGITADO, DEVE SEGUIR CRITÉRIOS, TAIS COMO: FONTE (ARIAL OU TIMES NEW ROMAN); TAMANHO (12 PARA O TEXTO E 14 PARA TÍTULO); PARÁGRAFO (JUSTIFICADO; PRIMEIRA LINHA 2 CM); MARGEM (SUPERIOR 3CM, INFERIOR 2CM, ESQUERDA 3CM E DIREITA 2CM); TAMANHO DO PAPEL (A4); NÚMERO DE PÁGINAS (NUMERÁ-LAS A PARTIR DA INTRODUÇÃO, NO CANTO SUPERIOR DIREITO)

vídeo: http://youtu.be/9mFuTg1oF8k


PARA TRABALHOS ORAIS
http://palaciodaspalavras.blogspot.com/p/tecnicas-de-exposicao-oral.html
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Tetris

O Aluno (por ele mesmo)

O aluno não copia: compara resultados.O aluno não fala: troca opinões.O aluno não dorme: se concentra.O aluno não se distrai: examina as moscas.O aluno não falta na escola: é solicitado em outros lugares.O aluno não diz besteiras: desabafa.O aluno não masca chiclete: fortalece a mandíbula.O aluno não lê revistas na sala: se informa.O aluno não destrói o colégio: decora a escola segundo seu gosto.
(BRINCADEIRINHA!!!!!!!!)